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sexta-feira, 23 de julho de 2010
O Vilão da história
Seu único intuito é vencer seu oponente. Sua aparência não surpreendente. Um tanto sem graça. Diferente de seu inimigo, não possui nenhum poder. É fraco. Teve que se virar durante toda a vida. Sem ajuda. Sozinho. Nunca desejou estar naquele estado. Fazer maldades. Tudo o que sempre quis foi ser amado. Ser admirado. Mas o herói sempre se interpôs. Ganhava todos com sua beleza, musculatura e super-poderes. Enquanto isso, o outro ficava no canto. Odiosamente observando a situação. Guardava rancor daquela criatura. Ao contrário dele, era desprezado por todos. Julgado. Não era bem vindo. Condenado por ser apenas humano.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Incompreensão
Nasceu no mesmo planeta que todos. Do mesmo modo. Conforme crescia, fazia amigos onde quer que fosse. Agia como qualquer outra criança. Entretanto, ficava cada vez mais velho. Adquirindo conhecimento. Então, formou-se sua personalidade. As idéias foram surgindo. Foi aí que tudo desabou...
Sempre se expressava aos parentes e amigos. Ninguém o compreendia. Ainda assim não desistia. Não deixava de conversar. Certas vezes desabafava. Inútil. Talvez não completamente. Algumas exceções entendiam uma ou outra coisa do que dizia, pensava, sentia. Não era completamente culpa deles. As vezes o infeliz indivíduo que não expressava direito seu pensamento. Havia horas em que chegava a exagerar. De qualquer jeito, o resultado era o mesmo: NADA.
Mas não pararia agora. Estava determinado a encontrar alguém que o compreendesse. Não aguentaria viver assim. Inaceitável. Tal obsessão o levava a se iludir. Apaixonava-se por quem não devia. Nem conhecia a pessoa e já a queria. Acabava decepcionado. Chorando. Demorou. Enfim finalmente aceitou a vida que tinha. Aturaria aquilo, por enquanto. Pobre ser. De que adiantaria encontrar alguém igual a ele. A variedade das pessoas, de todas as coisas é que torna nosso mundo tão especial. Para tudo idêntico? Onde estaria a Originalidade num mundo assim? Devemos ser quem somos, não importa o que pensem ou deixem de pensar. Goste de si. Ame. Adore. Creia. Faça. Você molda a sua vida.
Sempre se expressava aos parentes e amigos. Ninguém o compreendia. Ainda assim não desistia. Não deixava de conversar. Certas vezes desabafava. Inútil. Talvez não completamente. Algumas exceções entendiam uma ou outra coisa do que dizia, pensava, sentia. Não era completamente culpa deles. As vezes o infeliz indivíduo que não expressava direito seu pensamento. Havia horas em que chegava a exagerar. De qualquer jeito, o resultado era o mesmo: NADA.
Mas não pararia agora. Estava determinado a encontrar alguém que o compreendesse. Não aguentaria viver assim. Inaceitável. Tal obsessão o levava a se iludir. Apaixonava-se por quem não devia. Nem conhecia a pessoa e já a queria. Acabava decepcionado. Chorando. Demorou. Enfim finalmente aceitou a vida que tinha. Aturaria aquilo, por enquanto. Pobre ser. De que adiantaria encontrar alguém igual a ele. A variedade das pessoas, de todas as coisas é que torna nosso mundo tão especial. Para tudo idêntico? Onde estaria a Originalidade num mundo assim? Devemos ser quem somos, não importa o que pensem ou deixem de pensar. Goste de si. Ame. Adore. Creia. Faça. Você molda a sua vida.
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