A peça possui muitos atos. Para cada atuante, um papel. No começo você está completamente perdido. Ainda não entende muito do que se trata a apresentação, afinal, acabou de entrar nela; mas, aos poucos, começa a entender.
Depois de um tempo, ao estudar bastante o seu papel, já entende mais a peça, e percebe a importância de sua participação. Porém, você não sabe exatamente o que fazer. Só lhe resta por o seu figurino e improvisar, enquanto a apresentação prossegue. Afinal, o show deve continuar.
Um bom tempo após, você já está quase completando sua parte. Trabalhou bem, ou não. Pode ter esquecido umas falas durante a peça, mas nada que uma boa reação, e a ajuda dos amigos que fez nela, não tenha resolvido. A peça não acabou, nem se sabe quando acabará; entretanto, você participou muito bem. E que venha o próximo ato...
Depois de ler esse seu devaneio, me veio em mente aquela expressão "E a vida prega peças na gente!". Prega mesmo. E nós é que escolhemos ser o ator principal, os coadjuvantes ou o roteirista, neh?!
ResponderExcluirTaí, seu texto me fez pensar!
Continue, por favor, delirando bastante e trazendo metáforas tão belas quanto esta pra cá.
Eu serei bem grata!
Beijos
Fê
Adogay.
ResponderExcluirSinto a necessidade de acrescentar que fiquei impressionado com tal escrita. O seu primeiro texto ficou incompreensível para alguns leitores, mas esse tem metáforas sutis na medida certa, realmente uma leitura rápida e agradável para me debruçar.
ResponderExcluirEspero ter mais desses!
Boa mensagem!
ResponderExcluirGostei mto d texto curto e direto como disse Humberto "uma leitura rápida e agradável"