Pessoas passavam curiosas, querendo saber o que havia acontecido. Os policiais as afastavam do local. Na escola entrava um homem. Ia em direção a uma mulher. Estava próximo de beijá-la.
– Não durante o trabalho. - disse Júlia, censurando os lábios dele com os dedos.
– Aah... - Antônio deu um suspiro e sussurou um “ok” no ouvido dela.
Um policial aproximou-se dos dois.
– É por aqui. - disse ele.
Os detetives, guiados pelo oficial, se dirigiram à cena do crime. No meio do pátio tinha um cadáver completamente queimado. Parecia ser de um adolescente. Ao lado do morto, um papel. “Fiquem de olho” dizia ele, com letras de forma verdes.
– Quem será esse coitado? - perguntava-se Júlia.
– Eu tenho um palpite - sugeria Antônio - Lembra daquele garoto que foi sequestrado faz alguns dias?
– Sei... Roberto, não era?
– Fiquei sabendo que ele estudava nesta escola.
– Então é possível que seja ele. Mas antes devemos esperar examinarem o corpo. Só assim teremos certeza.
– “Fiquem de olho”. Eu tenho a impressão de que haverá mais vítimas.
– Nesse caso, é melhor seguirmos o conselho dele - a detetive segurou o braço do parceiro - Na sua casa ou na minha?
– Você é quem sabe.
– Faremos na sua.
– Só se formos agora!
Mandou ver, um pena ter de esperar pela segunda parte, rsrsr mas assim fica mais emocionante, estamos aguardando!!! Abraços!!!
ResponderExcluirOs detetives são um casal O__O
ResponderExcluir215674987 dias depois que eu fui ler. Ótima narração, e com pitadas 'calientes'!...
ResponderExcluirAgora vou ler Internado! Abraços!