Antônio se desesperou. Respirou fundo, procurando acalmar-se. O que faria? Pensou rápido e ligou para a polícia, informando ter achado o Dr. Pedro. Saiu do apartamento e seguiu para o endereço. Não levou o bilhete. Conhecia o local do encontro.
Chegou em um teatro abandonado. Há muito tempo, houve um incêndio durante uma apresentação. O fogo espalhou-se rapidamente. Poucos sobreviveram à tragédia. Desde então, o lugar foi fechado. Embora o incidente tenha danificado boa parte do estabelecimento, ele continuou de pé. O detetive percebeu uma melodia vindo de dentro. Entrou, seguindo o som. Enquanto andava, tropeçou em alguns galões de combustível vazios. Foram usados recentemente. No palco, viu alguém tocando piano. Ao se aproximar do instrumento, o investigador ficou espantado. Não com a bela música, mas com o indivíduo que a produzia.
– Eu nunca te contei que tocava piano, né? - dizia a moça, finalizando sua música.
– Júlia?! - Antônio estava confuso - O que aconteceu? Onde está o assassino?
– Está falando com ele.
Caramba, bem que eu desconfiava dela o tempo todo cara!!!! Bem bolado!!! Show!!!
ResponderExcluirHum! Hum! Quase sempre eu acerto!!^^
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